quinta-feira, agosto 23, 2007

Homens que Amamos

Starting: Chris Evans.

Dizer o quêeee?
Vou desaprender a contar e reaprender com ele, tá fácil, né?
hummm, dois, trêeeeeees, quatro, ai, ciiiinco, seeeeis, paraaaaaaaaa.
Definitivamente, não precisava.

sexta-feira, agosto 17, 2007

Piauí, Terra Querida.

Teresina, 17 de agosto de 2007.

Pego, mais uma vez, de surpresa por mais uma ofensa nacional meu estado, Piauí, Terra Querida, no dia em que sua Capital completava 155 anos, ontem, 16.

Disse o presidente da Philips na América Latina, Paulo Zottolo, em entrevista ao jornal de circulação nacional Valor Econômico:

"Não se pode achar que o país é um Piauí, no sentido de tanto faz quanto tanto fez. Se o Piauí deixar de existir ninguém vai ficar chateado. Estamos vivendo uma calamidade, não uma tragédia".

Pois bem, se deixasse-mos de existir, segundo Zottolo, não fariamos a menor falta. Mas, porque mesmo? Engraçado que quando pensei nessa pergunta, ‘O que não faria falta se não existíssemos?’ a primeira coisa que veio a mente foi a Cajuína, produto made in Piauí, conhecido por alguns como o refrigerante do caju, fruta típica de minha terra. A cajuína, aquela delícia, líquido divino que nos rouba a sede ao mesmo tempo em que nos faz querer beber mais. Depois o Delta do Piauí, que fica na cidade Piauiense de Parnaíba, o único Delta em mar aberto das Américas, suas 90 ilhas não fariam falta.

Imagino o que seria do movimento Cultural de maior importância em NOSSO país, a Tropicália, sem a presença de Torquato Neto, filho de Teresina, compositor de ‘Geléia Geral’ junto com Gilberto Gil, o hino desse movimento que ainda hoje repercute nos quatro cantos do mundo. Ainda na área da cultura não teríamos Da Costa e Silva, filho de Amarante do Piauí e apaixonado por sua terra, advogado, delegado, jornalista, poeta, escritor e o que mais pôde ser, uma mente brilhante além de pai do Diplomata Brasileiro Alberto da Costa e Silva que dentre outras coisas já foi Inspetor-Geral do Ministério das Relações Exteriores e Doutor Honoris Causa pela Universidade Obafemi Awolowo, da Nigéria.

Quando teria o Brasil sua independência se nós, piauienses, não tivéssemos dado o primeiro ponta pé para a revolução com nossa Guerra do Jenipapo, tão renegada pela história nacional, mas que o sangue derramado naquelas terras não deixa ser esquecida por nós.

Voltando aos sabores ninguém ia sentir saudade da Carne de Sol de Campo Maior nem da nossa querida Maria Isabel, iguaria que poucos fazem como minha mãe.

No campo econômico e também ambiental não faríamos muita falta já que somos os maiores produtores da Mamona matéria prima do Biodiesel. Um dos maiores, se não o maior, produtor de Soja do País. Sem falar nas exportações de Frutas Tropicais, Castanhas e Cera de Carnaúba esta muito explorada na cidade de Piripiri.

Outra coisa que se não existisse-mos não faria a menor diferença seriam as Opalas de Pedro II, ricas em beleza. A Opala, pedra preciosa onde só existem em dois lugares no mundo, no Piauí e na Austrália.

Nossa Serra da Capivara, digo, Parque Nacional Serra da Capivara, Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO, dividido entre os municípios Piauienses de São Raimundo Nonato, João Costa, Brejo do Piauí e Coronel José Dias, é neste Parque onde se registra a existência do Primeiro Homem Americano. Isso deve ser muito desimportante.

E Brasília, Capital do Brasil, teria sido construída com tanta rapidez sem a enorme mão de obra de nossos irmãos piauienses? Sendo que a Primeira Capital Planejada do País foi, veja só você Zottolo, Teresina, Capital do Piauí!

Isso tudo sem falar na Piaba frita do Encontro dos Rios em Teresina, de nossas praias em Luís Correia, nem do Canyon do Rio Poty em Castelo do Piauí, do ar cultural que respira a cidade de Oeiras, primeira capital do estado, da Cachoeira do Urubu em Esperantina e muitas, muitas outras Coisas, Cultura, Lugares, Comidas, Eventos que só o Piauí tem. E principalmente, as pessoas que formam esse estado RICO em diversidade, estado quente de pessoas calorosas, respeitosas, afetivas, inteligentes, cultas e que acima de tudo amam a terra onde nasceram. Somos filhos do Sol do Equador com grande orgulho.

Alicia Melo.

Sou Piauiense de Teresina, filha de Pai Piauiense de Valença do Piauí e Mãe Piauiense de Campo Maior.

terça-feira, agosto 14, 2007





Para quem achava que não existia mais nada de novo para se fazer no mundo. E sim, esse cara deve ser muito louco ou ficou puto de tanto ouvir o povo perguntar se ele conhece Jesus, se já aceitou Jesus e que se prepare porque Jesus está voltando. Cada um com sua religião, mas o cara foi muito criativo.
ah.. estou fazendo minha lista das +20 baladas. ,D

quarta-feira, agosto 08, 2007

Escola Panamericana

Caiu uma macieira na cabeça do cara que fez isso.

sexta-feira, agosto 03, 2007

A-do-ro!!!



ótimo, né? hahaha ,D

terça-feira, julho 17, 2007

Fim de semana


Dias de unhas vermelhas
Lápis nos olhos
Lágrimas de felicidade
Quadrados da cozinha
Sonhos acordados
Algodão doce e cinema sessão das 6
Filme de desenho animado
Gargalhada com amigos sabor pizza
Aqueles amigos pra onde ir e de onde for
Carinho, muito carinho
As vidinhas que crescem tão rápido
Os pequenos corações que nos enchem
De um grande amor



Foto: Rune Thorstein

quinta-feira, julho 12, 2007

quinta-feira, junho 28, 2007

Laranja Mecânica?

Alta sociedade




Geralmente quando aqui se fala da violência que tomou o Rio de Janeiro, da qual está vivo bárbaro exemplo no assassinato do menino João Helio, bom número de leitores localiza nas favelas, nos negros e pobres a origem de todos os males.

Alvo fácil para as propostas de sempre: remover essa gente, passar o trator, dar-lhe casa bem longe, na periferia, mas com ônibus para que possa continuar sendo doméstico, pedreiro, encanador e (por que não?) traficante, desde que suas balas perdidas só sejam achadas por seus iguais.

São opiniões respeitáveis, como todas as que aportam neste blog. Talvez delas se possa extrair destino para os cinco jovens que encheram de pancada Sirley Dias de Carvalho Pinto, 32 anos. Ela esperava um ônibus de madrugada numa das áreas mais abonadas da Barra da Tijuca.

Doméstica, Sirley fez tudo o que esses leitores recomendam: negra e pobre, foi morar em Imbariê, na Baixada Fluminense, e estava na rua às 5 da manhã porque precisava consultar um médico, no posto de saúde perto de sua casa a 60 quilômetros de distância. Enfiaram-lhe a bordoada para tomar os trocados que trazia na bolsa.

Coisa de preto? Traficante? Pobre favelado? Não. Obra de representantes da mais fina classe média alta, leitor. Estudantes de Direito, Gastronomia, Turismo daqueles que param no sinal a seu lado e parecem pessoas normais. Você comeria um prato preparado por um animal desses? Consegue imaginar que noção de Justiça tem o idiota que estuda Direito?

O que deveriam fazer os parentes e vizinhos de Sirley com as famílias dos rapazes que a socaram o rosto (principalmente nos olhos)? Exigir do poder público que sejam desalojadas dos confortáveis apartamentos do condomínio Parque das Rosas e salgar-lhes as casas?

Talvez seja melhor aliviar a barra, não? Afinal, os bravos jovens acreditavam estar baixando o braço numa prostituta. Tudo o que aprenderam até agora os levou à convicção segundo a qual mulher, sozinha, às cinco da matina na rua só pode ser prostituta. E puta, sabe como é, está aí para ser humilhada.

Também podemos buscar uma tangente para concluir que esses bandidos são apenas uma exceção da gente dourada que desejamos ter ao redor. Já os pobres, pretos e favelados são todos criminosos ou coniventes com o crime. Ou será que temos feito tudo errado até aqui e não é a cor, a casa ou a carteira que forjam a bandidagem? Fique à vontade, leitor, ainda temos alguns dias para conversar sobre essa sociedade que estamos construindo.

Publicado por Xico Vargas - 24/06/07 7:38 PM